ALEXANDRE SARRAZOLA

É colunista da patrimonio.pt desde 2018.

 

Licenciado em Arqueologia (FLUL, 1996), pós-graduado em Direito do Património (FDUL, 2016) e formado em Argumento Cinematográfico (CEM, 2004) e Teatro (Curso de Actores, TAESO 1989).

Foi redactor/ locutor de Rádio: noticiário matutino de artes e espectáculos (OEIRAS, 1988-1990).

Trabalha desde 1996 na área do Património Cultural, com vasta experiência em direcção e coordenação de projectos no sector privado.

 

É investigador na área da Arqueologia Náutica e Portuária, tendo nesse âmbito coordenado os projectos POTOR (Aveiro, 2004) e participado/ co coordenado a maioria dos trabalhos executados na última década na Lisboa Ribeinha 2011-2019 (Praça Dom Luís I, Sede da EDP; MAAT, Hospital CUF TEJO). Participou no documentário Fundeadouro de Olisipo (MEO, TAP, ERA, Portugal Romano), com dezenas de publicações e centenas de comunicações nessa área entre 2000 e 2020.

Publicou em 2018 o ensaio Arqueologia de Salvaguarda. Lei, Território e Desordem (Mazu Press).

 

É autor dos livros de poesia Thaumatrope (Averno, 2007) View-Master (Língua Morta, 2013) Fade Out (Imprensa Nacional Casa da Moeda: menção honrosa do Prémio Vasco Graça Moura/ INCM, Colecção Plural, 2016) Afluentes de Adobe (com Diniz Conefrey e Maria João Worm, Ed. Quarto de Jade) MACH (Mazu Press, 2020) e MUSTANG (INCM, no prelo).

Como ficcionista escreveu Neófitos (Averno, 2014) Um quarto na Pensão Beziehungswahn (Homem do Saco, 2014) Kinderszenen (recomendação do Plano Nacional de Leitura, Companhia das Ilhas, 2015) Tales For a Mermaid Queen (Hierro Lopes Ed.) Smalloch (Companhia das Ilhas, 2018) Triq Gatto Murina (Companhia das Ilhas, 2018) e Dilmun (Mazu Press, 2019).

Foi destacado na selecção anual de Poesia RESUMO (Assírio & Alvim/ FNAC) em 2010 e 2013.

Publica regularmente ficção e poesia em antologias colectivas desde 2006 (Assírio e Alvim, FNAC, Averno, Nova Delphi, Jornal Público, Língua Morta, Bíblia, Cão Celeste, 3X3 Marginal e Cidade Nua, Futuro, Eufeme, Língua Morta).

Foi traduzido e antologiado no México em 2019, Círculo de Poesía (CP, México).

Colaborou com a RDP-Antena 2 em teatro radiofónico (Domingo) com a companhia Entrées de Jeux-Usina (acções socioculturais de Teatro do Oprimido: modelo Boal) e com o Teatro Nacional de São João (Avercamp, 2018). Publicou as peças Domingo (edições moscaMorta, 2012) Retratinho de Guerra Junqueiro (edições moscaMorta, 2013) e adaptou para o palco O Som e a Fúria de William Faulkner (teatromosca, 2015-2019).

É artista plástico, tendo exibido as exposições individuais Barely Legal Portraits (Lx Factory-LerDevagar, 2020) e Childhood is a notion of geography (Mundo Património/ patrimonio.pt, 2020) e colectivas (Paço d’Arcos 2019, Góis 2020).

BIENAL AR&PA 2019

OPINIÃO

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