ALEXANDRE SARRAZOLA

Nasceu em Coimbra e vive em Lisboa.

É colunista da patrimonio.pt desde 2018.

Licenciado em arqueologia (FLUL, 1996), pós graduado em Direito do Património (FDUL, 2016) e formado em Argumento Cinematográfico (CEM, 2004).

Trabalha desde 1996 na área do Património Cultural com vasta experiência em direcção e coordenação de projectos no sector privado. Integra o quadro da Clay-Arqueologia.

Publicou em 2018 o ensaio Arqueologia de Salvaguarda. Lei, Território e Desordem (Mazu Press).

É autor dos livros de poesia Thaumatrope (Averno, 2007), View-Master (Língua Morta, 2013), Fade Out (Imprensa Nacional Casa da Moeda: menção honrosa do Prémio Vasco Graça Moura/ INCM, Colecção Plural, 2016) e MACH (Mazu Press, 2020).

Como ficcionista publicou Neófitos, contos (Averno, 2014), Um quarto na Pensão Beziehungswahn, conto (Homem do Saco, 2014), Kinderszenen, contos (Companhia das Ilhas, 2015) Smalloch, romance (Companhia das Ilhas, 2018), Triq Gatto Murina, romance (Companhia das Ilhas, 2018) e Dilmun, romance (Mazu Press, 2019).

Colaborou com a RDP-Antena 2 em teatro radiofónico (Domingo), com a companhia Entrés de Jeux-Usina e com o Teatro Nacional de São João (Avercamp). Publicou as peças Domingo (edições moscaMorta, 2012), Retratinho de Guerra Junqueiro (edições moscaMorta, 2013) e adaptou para o palco O Som e a Fúria de William Faulkner (teatromosca, 2015).

Publicou regularmente ficção e poesia em antologias colectivas desde 2006 (Assírio e Alvim, Averno, Nova Delphi, Jornal Público, Língua Morta, Bíblia, Cão Celeste, 3X3 Marginal e Cidade Nua, Futuro).

É artista plástico, tendo exibido a exposição individual Barely Legal Portraits (Lx Factory-LerDevagar, 2020); Childhood is a notion of geography [pintura] (Mundo Património/ Campo de Ourique, 2020); Dodge [vídeo e pintura] com Guida Casella (Lx Factory-LerDevagar, 2021).

BIENAL AR&PA 2019

OPINIÃO

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