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Duarte Freitas


Nome completo: Duarte Manuel Roque de Freitas

Local e ano de nascimento: Câmara de Lobos (ilha da Madeira), 1980

Formação académica: Doutoramento (pré-Bolonha) em História, especialidade em Museologia e Património Cultural, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

Cargo actual ou último cargo desempenhado: Professor Universitário (Universidade Autónoma de Lisboa)

Como foi o seu percurso profissional? Por onde começou e por onde passou?

Entrei no mundo dos museus em 2004, efetuando um estágio no MNMC.

Depois lecionei, em Coimbra, cursos profissionais de Museografia e Gestão do Património.

Abordei, na minha tese de doutoramento, a história e a problemática do edifício do Museu Machado de Castro, sendo defendida, com sucesso, a 20 de maio de 2015.

Leciono a unidade curricular Turismo Cultural e Desenvolvimento no Mestrado de História, Arqueologia e Património da Universidade Autónoma de Lisboa.

Onde está hoje e o que faz?

Docente universitário do Departamento de História, Artes e Humanidades na Universidade Autónoma de Lisboa.

Até ao presente e do ponto de vista profissional, qual elegeria como o projecto mais relevante que levou a cabo, para o sector do património? Sem dúvida o meu doutoramento, que trouxe algumas novidades sobre o panorama museológico português.

E qual ‘aquele projecto’ que ficou por fazer ou completar?

Não quero aqui abrir o “jogo”, porque vou completá-lo num futuro próximo, mas está relacionado com a museologia conimbricense dos finais do século XIX até meados do século XX.

Qual a experiência humana que mais o marcou ao longo da sua vida profissional (colega, chefe, grupo de trabalho)? Dar aulas, na Amadora, de competências básicas (alfabetização), a homens adultos, numa turma multicultural. Aprendi mais com eles do que eles comigo.

Em retrospectiva, e numa escala de 0 a 10, como classificaria o seu percurso profissional?

Não sou juíz em causa própria.

Se voltasse atrás, fazia algo diferente?

Faria tudo diferente (obviamente).

Que conselho daria a quem está hoje a iniciar a sua carreira profissional nesta área?

“Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara” (José Saramago).

O que deseja para o sector do património em Portugal, no presente e no futuro mais próximo?

Que tenha políticos à altura do património que tem, o que nem sempre acontece.

As sugestões de Duarte Freitas:

Citação: “Eu procuro dizer como tudo é outra coisa”, Herberto Helder

Livro: Todos os do António Lobo Antunes

Música: Bruckner, 7.ª Sinfonia (dirigida pelo mago Celibidache)

Projecto: LX Conventos http://lxconventos.cm-lisboa.pt

Que venham mais destes.


BIENAL AR&PA 2019

OPINIÃO

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