Lino Tavares Dias arqueólogo No início de junho de 2026 tive a oportunidade de rever alguns sítios de referência patrimonial na Polónia. Mas, numa “visita” aos campos de Auschwitz e Birkenau, onde, por opção, nunca tinha ido, fui surpreendido por uma colega que nos acompanhava. Nesse dia vestiu-se de preto e, apesar de coordenar a visita, não entrou em alguns espaços dos edifícios e dos barracões. Explicou-nos que ali, no pavilhão 11, tinha estado preso o seu bisavô, polac
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