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Apenas ruínas? Claro que não!


“Le plus grand ensemble de l’Occident romain, et de loin, reste la zone du détroit de Gibraltar, l’ensemble du sud-ouest de la péninsule Ibérique, depuis Málaga jusqu’à Lisbonne, avec le site le plus important actuellement connu, celui de Tróia, en face de Setúbal” Robert Étienne

De facto, as ruínas romanas de Tróia constituíram um centro de produção de peixe salgado e de molhos de peixe de grande importância durante o período da sua laboração. As primeiras intervenções arqueológicas decorreram no século XVIII a pedido da infanta D. Maria, tendo-se sucedido campanhas da Sociedade Arqueológica Lusitana (no século XIX) e outras da responsabilidade de dois diretores do Museu Nacional de Arqueologia (século XX). Mais recentemente, outras campanhas arqueológicas tiveram lugar.

O conjunto arqueológico abrange também termas, um núcleo habitacional, poços, necrópoles e inclusive uma basílica paleocristã, das mais antigas da Península Ibérica, relativamente bem conservada.

Foi efetuada, em 2011, uma intervenção de requalificação do compelxo com a colcoação de um circuito de visita e sinalética informativa. As ruínas romanas encontram-se localizadas numa propriedade da IMOAREIA (Grupo SONAE).

Para informações sobre atividades e visitas consulte: http://www.cm-grandola.pt/pages/666?poi_id=137 e http://www.troiaresort.pt/ruinas-romanas-de-troia/

Fontes: Portal do Arqueólogo, Jornal Sudoeste, Musa Volume 4


BIENAL AR&PA 2019

OPINIÃO

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